Ewerton On maio - 18 - 2012

Review | Homem-Aranha (2002) #62

Olá meus queridos leitores do Aracnofã, hoje como o meu tempo está curto não vou me estender muito e já vou logo ao que realmente interessa.

Dando continuidade as reviews da saga O Outro – Evolução ou Morte que me propus a fazer por causa deste sorteio aqui hoje teremos a review do Homem-Aranha #62 lançada em fevereiro de 2007 com um total de 100 páginas custando o valor de R$6,90.

A história que abre a edição é a história Curvando-se ao Inevitável mostrando a sétima parte da saga O Outro, nela o inevitável aconteceu: o Homem-Aranha está morto!!! – História originalmente publicada em Friendly Neighborhood Spider-Man #03.

A segunda história da edição e oitava parte desta saga temos Evoluir ou Morrer onde talvez dê para evitar o inevitável e talvez o Homem-Aranha não esteja tão morto como parece. – História originalmente puclicada em Marvel Knights Spider-Man #21. 

E por fim temos a nona parte deste arco com a história Evolução onde o Homem-Aranha consegue vencer a morte evoluindo, e amigos e parentes comemoram o seu retorno. – História originalmente publicada em Amazing Spider-Man #527. Nota:4,0 

Fechando está edição temos mais uma publicação de The Pulse que mostra A ex-heroína Jessica Jones com seu filho, e seu namorado Luke Cage, emocionado pelo momento, a pede em casamento. Enquanto isso, o repórter Ben Urich pede ajuda ao Demolidor para tirar o ex-herói Demo do estado de ilusão mental em que se encontra. – História originalmente publicada em The Pulse #12. Nota:3,5

Pontos Positivos: Mike Wieringo consegue passar o clima de desespero com a morte do Homem-Aranha. Destaque para o quadro único que mostra o Homem-Aranha pulando de sua cama de hospital para salvar sua mulher. Fantástico. É preciso ressaltar o feito de Straczynski e Wieringo, pois não é fácil criar cenas emocionantes no previsível mundo super-heróico, onde quase nenhuma surpresa pode acontecer para não irritar os fãs. História emocionante com desenhos empolgantes: “não deixe de ler”.

Pontos Negativos: Na arte há um grande desequilíbrio. Mike Wieringo e Mike Deodato fazem, cada um em seu estilo, um trabalho excelente. As histórias têm um visual legal e as cenas passam a intensidade certa.

Contudo, ao chegar no meio da revista e se deparar com Pat Lee, o leitor fica até desanimado. Além de seu traço pouco expressivo, ele faz distorções horríveis, principalmente com o pescoço dos personagens, que aparentam ter dois palmos de comprimento e permitem que a cabeça gire mais do que a de uma coruja.

Nota Geral: 3,8

Como nas edições anteriores, o roteirista agora é outro e agora temos Straczynski e ele garante a qualidade das histórias, aliás, nada mais justo que fosse ele o autor dessa parte da série, uma vez que está intimamente ligado à história que desenvolveu quando assumiu o título e foi quem formulou a idéia de os poderes de Peter terem um fundo místico. Não teria sido um simples acaso a aranha picá-lo; o aracnídeo teria querido passar os poderes para o jovem, escolhendo-o por diversos motivos.

A luta final contra Morlun no hospital é sensacional, o Homem-Aranha é assassinado em quanto se recuperava de ferimentos. A seqüência da morte do herói é fantástica: sua esposa Mary Jane chega na hora e tenta evitar o atentado, resultando numa seqüência de ação digna da série 24 Horas. Não foi uma morte apoteótica, mas foi emocionante. 

Na arte há um grande desequilíbrio. Mike Wieringo e Mike Deodato fazem, cada um em seu estilo, um trabalho excelente. As histórias têm um visual legal e as cenas passam a intensidade certa e o único que decepciona da saga O Outro é o Pat Lee. Seu traço é pobre e sem detalhamentos. Talvez um bom arte-finalista resolvesse isso, mas Pat deveria ser mais auto-suficiente. A história da qual ele ficou incumbido de ilustrar é intensa, já que se tratam de momentos posteriores à morte do Homem-Aranha. Mas o artista não consegue transmitir a intensidade da ocasião. O roteiro é tão bom que consegue salvar a arte. O leitor “pode ler” esse fragmento.

Encerrando a edição Jessica Jones finalmente dá à luz, enquanto Ben Urich descobre a verdade sobre o Demolição. A história melhorou de novo. O Demolição, que talvez fosse o pano de fundo para a trama principal – o nascimento do bebê – acabou por se tornar muito mais interessante. A descoberta da decadência de um herói, mostrada pelos comentários de Ben Urich, dão todo o tom da tristeza, e que acaba por contagiar o leitor também. Afinal, quantas pessoas, famosas ou não, saídas muitas vezes do nosso cotidiano, acabam por chegar ao fundo do poço e muitas vezes, recusam-se a ser ajudadas? Fora isso, já não era sem tempo que a criança de Jessica e Luke nascesse, e olhem só, é menina! Com relação à arte, ficam os mesmíssimos comentários da edição anterior: os escuros funcionam melhor com Urich e o Demolição, nada a ver com o nascimento do bebê.

Por enquanto é isto pessoal, peço desculpas por qualquer erro e se a review não correspondeu a expectativa de vocês, mas é que fiz a review com uma certa velocidade, pois ainda tenho que ir atrás de outras coisas pessoais.

Na semana que vem eu trago o desfecho da saga O Outro – Evolução ou Morte para vocês, o que será que a próxima edição nos reservas, fiquem atentos e não deixem de conferir a próxima review. Até lá.

 

Sobre o Autor

Tenho 21 anos, sou fã ávido de HQs e afins, aspirante a Engenheiro, viciado em games, internet e livros. Especialista em Xbox 360. Sou apenas mais um fã do Homem-Aranha neste enorme mundo.

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