Presto Gaudio On outubro - 24 - 2012

[Review] Spider-man (S01E12) – Me Time

Neste episódio ficamos sabendo que uma organização secreta chamada Octógono, tem a intenção de estudar o Homem-Aranha. O vilão Tufão que aparece para testar o Aranha é rapidamente subjugado. Mas não sem, antes, causar uma grade destruição pelas ruas de Nova York. Fury aparece para repreender o Aranha por não se preocupar com a destruição colateral causada pela luta e sugere mais treinos, mas é ignorado.

Ao chegar em casa, Peter encontra uma carta da tia dizendo que ela iria passar o fim de semana fora. Como isso é processado pela mente dos adolescentes norte-americanos? Festa! Claro que para um nerd sem amigos a festa se transforma em jogar video game, tocar guitarra de cueca na sala (referência clara a Curtindo a Vida Adoidado) e brincar de cama elástica com um colchão de teias. É nesse momento que Peter descobre que a Shield tem câmeras espalhadas por toda a casa para vigiá-lo. Rapidamente ele veste seu uniforme e vai confrontar Nick Fury. Com um chilique básico, com direito a quebrar uma porta de metal ao batê-la, Peter entrega o relógio sinalizador a Fury para que possa ficar em casa sem ser vigiado.

Claro que isso ia dar problema. Num parque de diversões presenciamos o primeiro confronto entre o Homem-Aranha e o Dr. Otto Octavius. Nesta luta, Octavius é batizado de Octopus por Peter. Nesse ponto descobrimos que a organização Octógono é, na verdade, um plano de Octopus que consiste em contratar vilões para testar as capacidades do Aranha.

O único mistério que fica ao fim do episódio, é a dúvida de Peter em relação a quem contratou Otto, mas o espectador já tem essa informação.

Enfim, mais um episódio fraco nesta série. Parece que os roteiristas não sabem desenvolver plots ou, mais provável, o diretor executivo responsável pelas animações não acredita na capacidade de quem assiste ao desenho.

Sobre o Autor

Colecionador de quadrinhos desde A Morte do Super-Homem (antigamente, era assim que se escrevia). Já o Homem Aranha foi a fatídica saga do Clone que, podem me criticar, eu gostei, embora tenha acabado muito ruim e terem exterminado qualquer consequência. Historiador de formação que ainda sonha em ser arqueólogo.

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