Presto Gaudio On abril - 9 - 2014

Homem-Aranha Superior 4

Neste mês de março a Homem-Aranha Superior mantém a estrutura apresentando duas edições da Superior Spider-Man e uma de Avenging Spider-Man. A diferença em relação ao mês passado é que neste caso as edições americanas da Superior fazem parte do novo arco de histórias que culminam na participação dos vingadores.

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A revista começa com Avenging Spider-Man 18 e marca o retorno de Max Dillon. Literalmente o retorno, ele havia sido enviado para o espaço pelo Thor na saga Confins do Mundo e só agora retorna para sua vingança. Acho que vale comentar que antes mesmo da história, os personagens são apresentados de forma a expressar a complexidade de cada um, enquanto o Otto-Peter tem sete linhas de apresentação e o Electro quatro, Thor tem apenas uma linha: “existe apenas um deus do trovão, e seu nome e O Poderoso Thor.”

Chris Yost vem construindo um arco de histórias em Avenging onde, além de manter o tradicional encontro aleatório com outros personagens do universo Marvel, cada edição funciona ao mesmo tempo de forma independente e em conjunto. A cada número acompanhamos Otto encontrando com um herói ou grupo da Marvel contra um vilão que, não por acaso, já foi um antigo integrante do Sexteto Sinistro. Nesse caso temos o Electro.

Basicamente temos o embate entre dois dos atuais heróis mais egocêntricos da editora contra um vilão conhecido por ser bucha. Mas que no decorrer da história se mostra mais forte que o comum e o quão superior é nosso herói aracnídeo repaginado. Os desenhos de Marcos Checcetto e as cores de Rachelle Rosenberg tornam a leitura ainda mais prazerosa, ainda que prejudicada pelo tipo de papel da edição brasileira.

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Na edição seguinte temos o prelúdio e a primeira parte do arco “Minha mão direita”, qualquer semelhança com o filme de 1989 com o Daniel Day-Lewis é mera coincidência. Dan Slot dá continuidade a escalada de violência de Otto como Homem-Aranha ao enfrentar semi-vilões e vigilantes como Polichinelo, Screwbolled e Cardíaco. A violência exagerada é bem gráfica e chama atenção dos Vingadores que resolvem fazer uma intervenção, mas que as consequências só veremos na edição de abril.

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A intervenção sutil, mas cada vez maior do fantasma de Peter traz cenas dignas de “Ghost – o outro lado da vida”. É interessante acompanhar essa história do Dan Slott que mostra com certa carga dramática como o personagem está se adaptando a uma vida heroica sem deixar de lado a vida civil. Mas o que poderia ser chato ou extremamente dramático é regado com humor na medida certa, sem descaracterização ou forçadas de barra. No entanto os desenhos do Humberto Ramos com as poses impossivelmente elásticas e anatomicamente maleáveis incomodam muito.

Por hoje é só… até mês que vem!

Sobre o Autor

Colecionador de quadrinhos desde A Morte do Super-Homem (antigamente, era assim que se escrevia). Já o Homem Aranha foi a fatídica saga do Clone que, podem me criticar, eu gostei, embora tenha acabado muito ruim e terem exterminado qualquer consequência. Historiador de formação que ainda sonha em ser arqueólogo.

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