Presto Gaudio On junho - 2 - 2014

Ultimate Marvel 46 – Homem-Aranha

Na revista Ultimate do mês de abril encontramos mais um novo começo com mais uma edição .1. Parece que depois que a Marvel inventou essa “porta de entrada para novos leitores” todo mês temos um novo começo. No entanto encaro as edições .1 de forma diferente, não são reinícios, mas epílogos/prólogos que amarram pontas soltas já amarradas anteriormente e lançam novas possibilidades para o futuro que também já haviam sido mostradas. Embora redundante, o papel dessas revistas em pegar o novato pelas mãos e apontar as direções é interessante, mas transformar em um marco é meramente uma jogada de marketing, a história poderia  muito bem estar inserida dentro da continuidade numérica normal.

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Pois bem, depois de minhas recorrentes divagações vamos para o título. Neste mês lemos a revista Ultimate Spider-Man 16.1 de dezembro de 2012. A equipe criativa já é conhecida de quem acompanha as histórias do Miles Morales, os roteiros são do Brian Michael Bendis e arte de David Marquez. Enquanto o primeiro surpreende em contar uma história completa em apenas 20 páginas, o segundo apresenta a arte competente da qual já nos acostumamos.

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A história não é necessariamente do Homem-Aranha, mas sobre ele, na realidade acompanhamos Betty Brant na luta para ser reconhecida como repórter no Clarin Diário. Para isso ela se debruça em uma investigação sobre a identidade do novo Homem-Aranha com base no vídeo da morte do Gatuno. A relação que ela apresenta na reunião da redação soa forçada pela fraca argumentação e se basear apenas em vídeos do You Tube. Esse fato e a morte de Peter Parker, ainda fresca na memória de todos, a faz cair em descrédito perante os jornalistas, porém Betty não desiste e resolve procurar mais evidências ela mesma. Paro por aqui para evitar spoilers desnecessários, mas deixo a dica que embora ela não consiga publicar a matéria, sua investigação não será em vão.

 

Sobre o Autor

Colecionador de quadrinhos desde A Morte do Super-Homem (antigamente, era assim que se escrevia). Já o Homem Aranha foi a fatídica saga do Clone que, podem me criticar, eu gostei, embora tenha acabado muito ruim e terem exterminado qualquer consequência. Historiador de formação que ainda sonha em ser arqueólogo.

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