Dante Mikael On dezembro - 10 - 2015

Aracno-Review Comic Con Experience 2015 – Estandes

Bom, o que falar desse evento que mal conheço e já considero pacas? Mentira, essa foi a segunda edição do evento e eu fui nas duas, todos os dias! Nesta edição, nos dois primeiros dias o Aracnofã foi como imprensa. Obrigado organização!

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Vamos ao assunto que irei tratar neste post, os estandes! Após a coletiva de imprensa inicial e uma rápida passada pelo Artists Alley, comecei a peregrinação pela feira… e foi longa. Visitar os quatro dias de feira te deixa com bastante tempo para ver tudo e, devido a quantidade de pessoas este ano, que gera fila para tudo, foi muito necessário!

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Os estandes tinham tamanhos variados. Alguns eram mais abertos, voltados para exibição e interação com o público como o estande da Pizii Toys, que era enorme e estava próximo da entrada e o da Netflix, ou estandes menores que funcionavam mais como lojas, como o da Havaianas(!) e o da Toyshow.

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A grande maioria sempre estava cheio, uns eram maiores e tinham mais espaço pra circulação e outros menores, dividindo seu “quarteirão” com outros estandes.

Nos dois primeiros dias a circulação não foi tão ruim, mas no fim de semana estava bem complicado. Em alguns locais você poderia se sentir como se estivesse em um formigueiro em chamas.

Vamos à algumas impressões sobre alguns deles:

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Pizii Toys – Como citei, um dos primeiros estandes que se via no momento da entrada no evento em si. Ele era enorme e estava dividido em setores, com produtos em exibição da Bandai, Hot toys, Iron Studios e Beast Kingdom. Diversas figuras, uma mais linda que a outra em diversos tamanhos diferentes, inclusive estátuas em tamanho real enfeitavam o estande.

Netflix – Nesse estande haviam muitas coisas para o público interagir. Ele era meio que dividido em setores, sendo cada um com o tema de uma produção original Netflix: Demolidor, Jessica Jones, Marco Polo e The Ridiculous 6. Havia um Karaokê e um jogo onde você enfrentava os poderes do Pé-na-cova.

Loja Oficial Star Wars – Precisa de descrição? Uma porrada de produtos oficiais, até uma versão do jogo Monopoly que, quem for de Betim, poderá testar.

Warner Bros – Armadura do Batman, uniformes dele, do Super-Homem e Mulher-Maravilha que dizem terem sido usados na gravação do filme Batman V Superman. Ele era montado como um cenário, haviam containers pintados com o logo do filme e cenários em chama e havia um tipo de arena no meio onde rolaram algumas palestras e outras interações com o público.

Panini – Era possível adquirir publicações da editora, novas e algumas nem tanto desde o começo da feira com um bom desconto. Em muitos horários filas enormes para entrar e para pagar o produto. Mas muito bem organizado e um espaço melhor planejado que o ano passado.

Comix – Muitos produtos da loja estavam disponíveis lá, porém pelo que eu pude verificar sem desconto. O espaço para circulação muito reduzido para caberem mais produtos e com isso, na maioria dos horários, muito cheio, causando uma dificuldade tremenda de locomoção lá dentro, principalmente se você estivesse com mochila ou carregando alguma coisa. As vezes eles organizavam uma fila para entrar o que melhorava a circulação lá dentro.

Nuuvem – Diversos jogos disponíveis na plataforma com desconto e boa parte do tempo a presença dos animados e muito simpáticos Castro Brothers que estavam fazendo propaganda do jogo A Lenda do Herói que está em pré-venda.

Maurício de Souza – Um material muito bacana em exibição das publicações do estúdio, como originais de algumas Graphic MSP, uma estatueta da Mônica de Laços (assim como a do Astronauta de Magnetar que já tinha o ano passado), desenhistas do estúdio fazendo desenhos lá e produtos oficiais da turminha do bairro do Limoeiro.

Omelete/Lexcorp/Bradesco – Espaço onde era gravado o programa ao vivo para o Omeleteve. Havia um “aquário” onde passaram diversos famosos para serem entrevistados pela equipe do site Omelete e era feita a cobertura do evento em tempo real.

Devir – Diversos produtos da editora, sem desconto. Alguns horários ao longo do evento Gerard Way e Gabriel Bá estavam lá para autografar a revista The Umbrella Academy.

Aleph – Um estande temático. Era a cantina de Mos Eisley do universo de Star Wars, mas se chamava Mos Aleph e tinha até a banda tocando a famosa música da cantina. Em alguns momentos o autor Timothy Zahn estava lá dando autógrafos e tirando fotos, muito simpático. Em outro ponto da feira, mas também da Aleph, havia um “aquário” temático do livro Molambolengos, onde a autora Evangeline “Lindíssima” Lilly esteve em alguns momentos autografando seu livro infantil.

Social Comics – A definição que corria a boca pequena é “a Netflix de quadrinhos”, e define muito bem. Um serviço de assinatura que da acesso a leitura online de HQ’s. Diversos artistas estiveram em alguns momentos lá fazendo desenho para o pessoal ou autografando, inclusive o queridíssimo Daniel HDR.

Loja DC Comics – Loja com produtos oficiais da DC. Muito legal mas… Marvel, por que você não está aqui?

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Haviam também estandes dos estúdios 20th Century Fox, Sony – Universal, do canal Fox, das lojas Saraiva, Casa do Herói, Mundo Geek, Limited Edition, Nerd Store, Toyshow, Legião Nerd, Piticas, das editoras JBC, Record, Cia. Das Letras, Leya, Jambô, Mythos, da Eaglemoss, Hasbro, Mattel, Disney (que até tinha alguns produtos Marvel) e muitos outros estandes. Alguns deles sendo até camaradas em questão de preços, mas a sua maioria, principalmente os de produtos oficiais ou antigos, sambando na cara da sociedade Nerd e secando nossas contas bancarias. Afinal, o espetáculo visual que vemos (menos o Demolidor), é proporcional aos preços praticados… não que eu considere o justo.

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E não podia deixar de mencionar o Camarim Cosplay Syfy, que era um espaço reservado para os cosplays e de onde saiam os grandes personagens que abrilhantaram mais ainda esse evento.

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PRESTO

O Dante foi bem bonzinho…hehehe… na realidade gostei bastante da organização dos stands, que estavam maiores e em maior número que o ano passado. No entanto… gosto de ir nos eventos para aproveitar e acabar com meu cartão de crédito, comprar tudo que posso de material nacional a importado, desde que o preço seja acessível, e infelizmente isso não aconteceu.

Diferente do ano passado em que era possível encontrar grandes promoções, neste ano apenas a Panini Comics, JBC e a Comic Hunter apresentaram preços de quadrinhos interessantes, a duas editoras com pelo menos 25 % de desconto (a JBC não tinha descontos apenas em lançamentos) e a Comic Hunter com encadernados importados com dólar a no máximo R$2,00. Acho ridículo lojas como a Comix e a Liga Hq não terem nada de desconto em seu acervo, com a Comix ainda praticando preços abusivos em alguns itens e misteriosamente tendo revistas que ainda nem foram lançadas pela Panini!!! Estranho né? Outro stand interessante foi das mesas digitalizadoras da Wacom que também tinham 25% de desconto em todos os produtos.

Fugindo da parte consumista, a parte contemplativa foi um arraso. Os stands dos grandes estúdios estavam disputando para quem chamava mais atenção, em especial eu dou o premio de melhores para a Warner e a Netflix.

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ERICK

Como acompanhei o Dante praticamente o tempo todo em todos os dias minhas impressões não ficam muito longe do que ele comentou. O evento desse ano superou o de 2014 em número de stands e, como era de se esperar, a quantidade de pessoas no evento lotou todos os cantos.

Em um ano em que Star Wars está voltando com força total é interessante destacar que, além de um stand próprio, praticamente todos apresentavam algo da saga com destaque, como uma lateral inteira da Panini e a loja das Havaianas que vendiam praticamente somente chinel… ehrr, hoje em dia virou sandálias, né? Ok. “Sandálias” temáticas de Star Wars.

Action Figures são, de longe, os itens mais explorados pelos vendedores na CCXP, desde Bobble Heads (que apelidei carinhosamente de Cabeças Bobas) até mega estátuas como o Hulk de Planeta Hulk. Infelizmente estavam fora da minha cota mas, para os colecionadores, tenho certeza de que foi um prato cheio, até por que havia um stand menor vendendo somente figuras antigas, dos anos 70 e 80, em meio a cartuchos de Atari e outras raridades.

Como o Dante bem destacou, indo no evento durante os quatro dias é uma boa pedida para quem quer ver tudo com tranquilidade. Apenas um dia é impossível para explorar tudo, dois são o bastante para explorar em modo no-stop e, pra ir três vale mais a pena ir quatro devido ao custo.

Em breve postaremos por aqui matérias sobre os painéis que vimos e sobre o Artists’ Alley. Até mais!

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Sobre o Autor

Nerd, gamer, teve sua paixão pelas HQ's reacendida recentemente e está aqui para se divertir e compartilhar.

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