Gustavo Mannarelli On junho - 26 - 2019

Resenha: Amazing Spider-Man #24

Atenção, esse post contem informações inéditas no Brasil e Estados Unidos.

Nada que a gente já não tenha adivinhado…

Plot: A edição começa com o Peter e a MJ num encontro à noite, numa rede de teia armada numa escultura famosa de Nova Iorque (Vessel), onde a MJ pergunta o porquê do Peter estar agindo meio estranho ultimamente, e que não seria por conta de um possível trauma pelo banho de sangue que aconteceu em Hunted, e sim por aquela visão que o Aranha teve da MJ sendo morta, causada pelo Kraven, antes de derem flagrados pela segurança da escultura e terem que ir embora.

 

 

 

 

 

 

Enquanto isso, no Ravencroft (o Asilo Arkham da Marvel, pra quem não sabe), vemos um psiquiatra do instituto numa sessão com o Mysterio (presença obrigatória nessa edição por razões de filme), onde embora tenha demonstrado grande dificuldade de se abrir nas terapias em grupo (e com o velho psiquiatra tendo “sumido misteriosamente“), aqui está bem tranquilo, contando sua história como Mysterio, desde a vez que deixou o Homem-Aranha “pequeno” (AMS #66-67), a primeira reunião do Sexteto Sinistro (AMS Anual #1) e a vez que ele fez o Jameson achar que foi pro inferno?! (se for Mysterio Manifesto #1, esse foi o 2º Mysterio, não este), até ele ter que se lembrar se como ele morreu em Diabo da Guarda (Daredevil Vol. 2 #1-8), o que o leva a lembrar do que aconteceu entre essa morte a ressurreição dele, o que o deixa nervoso.

Enquanto isso, o casal dorme… em parte, pois o Peter está tendo pesadelos com aquela visão, onde descobrimos que ele também viu nela quem mata a MJ, enquanto o psiquiatra tenta fazer o Mysterio falar desse tempo no inferno, onde ele teria sido torturado por um antigo prisioneiro de lá que conseguiu subir no ranking do Inferno até virar um demônio, pra tentar convencê-lo de que tudo foi um delírio do próprio Mysterio e que ele nunca morreu, mas o Quentin continua bem crente na própria morte, mas a insistência do psiquiatra em fazer o Mysterio falar no nome desse homem… bem, todos conhecem o ditado sobre só falar no nome do diabo que ele mostra o rabo, correto? Nessa nem precisou dizer..

Enquanto o psiquiatra saí da sala, vendo que a loucura do Mysterio é realidade, o capeta confronta o Quentin pra “se desculpar” pelo estresse que vem feito o Mysterio passar, e tenta convencê-lo a dizer seu nome, e quando o Quentin  enfim consegue  sussurar o mesmo, o capeta o mata sem dó nem piedade, e em seguida olha pro alto, começando a falar com o Peter, e nisso descobrimos que o Aranha está vendo tudo enquanto dorme. O capeta então diz esperar que ele se sinta culpado por aquilo e diz que ambos só poderão se encontrar quando o Peter descobrir o nome dele, mas que até lá o Peter pode chamá-lo de Kindred (termo vindo de “Kindred Spirits“, que é “Almas Gêmeas” em português), fazendo o Peter acordar e encerrando a edição.

 

 

 

Analise: Olha, serei bem franco, essa edição foi decepcionante. Nada de errado com a história, só que ela é bastante dispensável, e o fato de ela prometer várias respostas sobre o Kindred e só entregar coisas que a gente já sabia, com exceção desse nome que já tinha vazado, foi muito chato. E isso porque já faz 1 ano inteiro desde que esse personagem estreou. De resto a arte está ok.

Nota: 5,0

Sobre o Autor

Só mais um daqueles fakes da internet que por acaso também é fã do Homem-Aranha.

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