Gustavo Mannarelli On julho - 12 - 2019

Resenha: Black Cat #2

Atenção, esse post contem informações inéditas no Brasil e Estados Unidos. 

 

O amor e a magia estão no ar…

Plot: A edição começa com o Raposa Negra terminando de repassar o plano pro roubo impossível deles, com a gangue da Gata perguntando se o velho ficou esclerosado de tanto apanhar do Aranha, o que leva à uma discussão sobre conhecer o Aranha onde a Felícia acaba perdendo, afinal se pensar bem é meio nojento ficar tão íntimo de alguém metade aracnídeo. A gangue então vai recrutar um mago (Xander o Impiedoso) e partem pra missão deles: o Sanctum Sanctorum do Doutor Estranho.

 

 

 

 

 

 

Então temos um flashback da Felicia na cadeia antes de virar a Gata Negra, sendo tirada de lá pelo Raposa Negra, que treinou o pai dela, e depois de dar uma bronca pelo nome falso ridículo que ela usou (“Francesca Featherbotton“), revela não só ter solto ela pela curiosidade de ver a filha do antigo aprendiz, mas pra fazer dela sua nova aprendiz.

 

 

 

 

 

 

 

Voltamos então pro presente, onde a Gata e a gangue tentando abrir a porta da casa do Estranho, onde a Gata não põem muita fé no Xander, já que mesmo supostamente poderoso, o cara perdeu a jóia que lhe dava poderes e agora faz mágica em troca de cerveja (que decadência…), pelo menos até recuperar os poderes e trazer o fim do mundo. Ainda sim o bebum consegue abrir a porta e a gangue entra na mansão, tudo isso enquanto o Sonny, o segurança ex-presidiário da galeria roubado pela Gata na edição #1 saí da delegacia puto da cara de perder o emprego, mas ele dá sorte (ou azar), porque ele logo é chamado pra dentro de uma limusine pela líder do Grêmio dos Ladrões, a Odessa Drake.

 

 

 

 

Enquanto a Gata tenta parecer confiante pra gangue já nervosa, trocando até um papo com umas serpentes mágicas da decoração do Estranho, a Odessa acalma o Sonny, que acha que ela é uma gangster que vai matá-lo (ele está meio correto até onde sei), e lhe oferece um emprego que não deve mandá-lo de volta pra cadeia (aparentemente): encontrar e prender a Gata Negra.

 

 

 

 

 

 

 

Enquanto isso, a gangue da Gata escala a biblioteca, enfrenta demônios, se perde por labirintos surreais de escadas que desafiam a gravidade, mas enfim eles chegam  na Sala de Troféus C, onde a Gata enfim encontra o que veio roubar: a escritura original da ilha de Manhattan. Infelizmente o Xander também encontra a joia que lhe dava poderes lá, e advinha: acabou a cervejada, agora é hora de usar a magia pra trazer o fim do mundo!

 

 

 

 

 

 

Analise: Bem, a trama segue mediana: não é ótima, mas tá longe de ser ruim, e o mesmo vale pra arte. Só duas coisas que me incomodam nessa edição, uma chatice minha e a outra o que parece ser um erro cronológico. Primeiro a chatice: pra mim podiam ter usado o Xandu na história. Quem? Exatamente, outro desconhecido, também com obsessão por um artefato mágico em posse do Estranho, e que ao contrário do Xander (até o nome é parecido!), Tem histórico de longa data com o Aranha (criação do próprio Stan Lee e Steve Ditko).

A parte cronológica é em relação à Gata e o Raposa Negras e o retcon dele ser o tutor da Gata. Eu até curto a ideia, mas o problema é que eles já se encontram antes, lá nos anos 90, na última aparição do Raposa numa HQ do Aranha (ele só volta a dar as caras numa série do Homem-Formiga III, hoje o Formiga Negra que aparece em Amazing Spider-Man), onde eles não mostram se conhecer tão intimamente pelo menos (Web of Spider-Man Annual #10).

Uma edição divertida, mas só.

Nota: 7,0

Sobre o Autor

Só mais um daqueles fakes da internet que por acaso também é fã do Homem-Aranha.

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