Gustavo Mannarelli On agosto - 7 - 2019

Resenha: Absolute Carnage #1

Atenção, esse post contem informações inéditas no Brasil e Estados Unidos.

3 edições de megassaga em 1!

Plot: A edição começa com o Eddie assustando o filho Dylan contando tudo o que andou rolando nas HQs do Venom no último ano (Knull, Carnificina ressuscitado, fragmentos de simbiote na coluna de todo mundo que já foi hospedeiro, fim do mundo se o Carnificina comer a coluna de todo mundo… sabe, as bobagens de sempre) enquanto andam pelo Times Square, só pra verem no telão o que o Cletus aprontou disfarçado de Eddie Brock na FCBD do Venom/Homem-Aranha (resumindo, RIP Lee Price) e pra melhorar, ambos estão sendo seguidos por alguém, e ao fugirem pro metro, o Eddie é empurrado pros trilhos por uma referência/carma. Pra sorte do Eddie o Carnificina não é o único que tava seguindo ele, e o Simbionte salva o mesmo. Eddie Brock e o Simbionte estão juntos de novo e fazem uma bela bagunça parando o trem com mais facilidade que o Tobey Maguire, mas causando muito mais estrago.

 

 

Enfim, sem tempo pra comemorar a volta, pois além da polícia bolada com o incidente, quem também dá as caras é o Carnificina. O Eddie manda a polícia e o filho saírem juntos de lá enquanto tenta peitar o Carnificina, mas como o Cletus agora está usando o Grendel (o simbionte dragão do Knull), o Eddie não tem a mínima chance (o Simbionte avisou, Eddie) e só não é feito em pedaços lá mesmo porque consegue eletrocutar ele próprio e o Carnificina com os trilhos do metro, conseguindo fugir do local carregado pelo filho. O capítulo termina com os Brock batendo na porta 616 do apartamento de um certo Randy, que vendo o estado deplorável da dupla, percebe de cara que a visita é pro colega de apartamento dele, o Peter Parker.

 

 

 

A parte dois então começa com o Aranha, o Eddie e o Dylan num café, com o Peter detestando a ideia e zoando o Eddie por agora andar enfrentando deuses (que só não vai embora porque o Aranha promete não ser mais “engraçado”) e com o Dylan mostrando ser filho do pai e leitor assíduo do Jameson, enquanto ouve música no canto dele. O Eddie acaba revelando pro Peter que é o pai dele e ainda não contou, e o Aranha como órfão que é, fala pro Eddie parar com a enrolação, mas o mesmo não presta atenção porque na televisão do lugar está passando a notícia de que vários corpos foram exumados do cemitério sem espinha, e o Eddie tem um surto quando desligam a tv, tendo que leva o Aranha que segura-lo, porque, além de ser uma mensagem de que nem os mortos estão à salvo do Cletus, a pilha de ossos obviamente incluí os da ex do Eddie e mãe do Dylan, Anne.

Enquanto o Dylan pergunta quem diabos é Anne, o café é assaltado, e enquanto o Aranha lida com situação, ele e o Eddie conversam sobre eles estarem numa corrida contra o Carnificina pelos cordexes (fragmentos de simbionte) e o Aranha diz que eles precisariam de um Reed Richards pra extrair esses cordexes das pessoas sem tirar a coluna junto, mas infelizmente o Reed 616 precisaria de meses pra fazer isso. Por sorte, o Eddie tem um Reed que está nessa tem um tempo…

O Eddie e o Dylan fazem uma visita ao Criador, o Reed Ultimate, que apresenta ao Eddie a máquina de extração de cordex dele, feita nos últimos meses, desde de antes da treta do Knull, à pedido dos empregadores do Reed (isso ainda vai dar ruim no futuro) enquanto o Aranha chega com o seu próprio moleque no lugar (saudades, Normie), mas já que a máquina ainda não foi testada e ninguém tá a vontade em começar logo com uma criança, o Criador sugere começar com alguém… digamos dispensável. Advinha quem.

 

 

 

 

 

 

A parte 3 da história então começa no Ravencroft, com o Aranha relembrando o arco do Duende Vermelho (nem me perguntem) enquanto o Norman, mais maluco que o normal (e isso quer dizer muito) depois da união com o Carnificina, canta uma música macabra. O Aranha e o Venom cumprimentam então o John Jameson (o Homem-Lobo) do jeitinho especial deles que não à toa quase vira um tiroteio, e enquanto o Aranha agradece o John e o último fica querendo comparar o monstro dele com o do Eddie, ambos se dirigem ao quarto do Norman, só que chegando lá, as consequências do encontro do Homem-Lobo com o Carnificina em Web of Venom: Cult of Carnage vem à tona, fazendo o John pirar e ativar o alarme do hospício ao destruir a tranca eletrônica da cela do Norman, tudo enquanto o Carnificina passeia pelo hospicio, jogando pequenas partes dele mesmo nos pacientes. Enquanto o Eddie destrói os alarmes barulhentos com a arma do John e o Aranha o prende bem (a última coisa que eles precisam agora é de um lobisomem), o Carnificina chega ao local, acompanhado de seus minions.

Temos então uma luta do Venom e do Aranha contra as Contrapartes do Carnificina (que tem a vantagem), e enquanto o Aranha lembra que os psicóticos do hospício são inocentes e que não é pra matar ninguém, o Carnificina usa o Aranha pra abrir a porta do Norman, que já o recebe da forma que vocês esperam, sendo posto pra dormir só depois de tomar uma voadora do Venom, e enquanto o Venom segura a porta da cela, o Aranha tenta abrir caminho pelo muro, sem sucesso. A edição termina com o Carnificina abrindo a porta no murro e revela não estar lá pra matar o Norman, mas pra ambos ficarem “amigos“, enquanto transforma o Duende num novo Carnificina.

 

 

 

 

Analise: Sabem como megassagas sempre começam devagar nas primeiras edições pra situar a história? Bem, aqui não temos esse problema, pois as edições de enrolação estão unidas todas em uma, e já acabando onde interessa: na ação e no gore!

Além da arte do Ryan Stegman, que dispensa elogios por combinar bem com o clima de terro desse arco, o roteiro não fica atrás, pois todos os personagens estão bem escritos. O destaque fica pra relação do Aranha e do Venom, que agora sabe de novo que o Peter é o Aranha (deve ser por conta da última união do Aranha com o Simbionte no arco do Duende Vermelho), e a excelente participação do Criador.

O destaque fica para o Carnificina. Não, nunca fui fã dele, nunca gostei dele… até essa fase. Em vez de só ser um Coringa vestido de Venom, o Cletus aqui é um verdadeiro monstro. Ainda tem uma tirada ou outra, mas bem pontuais e nada exagerado como costumam fazer com a personagem.

Donny Cates nos brinda com uma história macabra e tensa, com ótimo ritmo e arte. Não sei o que mais me surpreende: uma história tão boa ser uma megassaga ou ser do Carnificina.

Nota: 10,0

Sobre o Autor

Só mais um daqueles fakes da internet que por acaso também é fã do Homem-Aranha.

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