Gustavo Mannarelli On agosto - 15 - 2019

Resenha: Absolute Carnage: Scream #1

Atenção, esse post contem informações inéditas no Brasil e Estados Unidos.

Aprenda que as vezes, quando deus chamar, é melhor ignorar pra descansar em paz.

Plot: A edição começa com algo bem comum no Universo Marvel: alguém ressuscitando, no caso a já falecida Donna Diego, a Grito original, tendo o esqueleto envolto pelo simbionte que ouviu o chamado de deus (nosso senhor e salvador Knull). Enquanto isso, uma mãe e seus filhos são perseguidos até um beco por uma das Contrapartes do Carnificina, até serem salvos de última hora pela Grito… que devora eles ela mesma enquanto pede ao novo bichinho por mais. Enquanto vemos outro defunto voltar dos mortos, vemos a Patricia Robertson, a Venom daquela série horrível dos anos 2000, virando uma Sarah Connor genérica andando na rua enquanto faz um recordatório da vida durante e após o simbiote, só pra dar de cara com a Grito e seu grupo de Contrapartes do Carnificina.

 

 

 

Depois de tentar meter bala em todo mundo, a Patricia é atacada pela Grito, que se desfaz em gosma e ossos depois de tomar um lazer elétrico (acho), só pro simbionte abandonar a ossada e pular na Patricia, a transformando na nova Grito. Enquanto lida com as vozes do simbionte e da Donna na cabeça dela, a Patricia acaba ouvindo o chamado de deus, que a faz partir, junto com vários Contrapartes, à caça da Andi Benton (ex-Mania), que também foi hospedeira do mesmo clone do Venom que a Patricia, e a mesma puta pela adolescente ter tirado e depois perdido o simbionte dela, parte pra cima da adolescente endemoniada, encerrando a edição.

 

 

 

 

Analise: Devo admitir, estou bastante feliz com a notícia que a Grito, após a saga Carnificina Absoluta, ganhará série própria… que não escrita pelo autor do lixo fumegante que acabei de ler. Meu deus, que edição arrastada, chata e simplista, esse último se nota com o tamanho do resumo que fiz. O praticante desconhecido Clay McLeod Chapman com Absolute Carnage: Separation Anxiety #1 (resenha aqui) dá de 7 à 1 no “prestigiado” Cullen Bunn com essa desgraça. E adivinha qual dos 2 tie-ins ganhará mais 2 edições (que não lerei)? O que salva aqui é a arte, e só com muita boa vontade.

Nota: 3,0 (só porque tô sendo generoso)

Sobre o Autor

Só mais um daqueles fakes da internet que por acaso também é fã do Homem-Aranha.

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