Gustavo Mannarelli On agosto - 28 - 2019

Resenha: Spider-Man: Life Story #6

Atenção, esse post contem informações inéditas no Brasil e Estados Unidos.

História de Morte… digo!

Plot: A história começa com o Aranha tendo um sonho com a origem dele… mas sem tempo pra isso agora! É 2019 e nosso herói septuagenário precisa partir numa missão espacial com o Miles Morales! Depois de se despedir da mulher e dos filhos, o agora líder da resistência e seu jovem parceiro partem pro laboratório espacial do Stark pra salvar o mundo do Doutor Destino, que na falta do Osborn, foi quem tirou proveito da Guerra Civil pra tomar o poder. Se tudo der certo, eles poderão desativar toda a tecnologia do Destino em nível global e derrotá-lo, e mais importante, o Peter, último herói vivo de sua geração, poderá deixar algo pra nova geração de heróis antes de partir.

 

 

 

 

Missão fácil essa, não é? Mas conhecem a Sorte do Parker, pois além de um Miles estranhamente estressado, quem melhor pra seguir ele até um laboratório espacial que o velho inimigo espacial do Aranha que o Venom, o Caçador?! Tem início a luta final do Aranha com seus velhos inimigos dos Anos 80, que por pouco não esmaga a cabeça do Miles com as próprias mãos. Por sorte o Aranha veio preparado e dispersa o simbionte com um relógio sônico, deixando pra trás uma pilha de ossos, enquanto o Peter diz pro Otto que todos os inimigos dele já morrer… calma, OTTO?!!!!

 

 

 

 

 

Isso mesmo, nesse mundo o Octopus deu o velho Golpe do Superior no Miles, já que não faz sentido escapar da morte trocando  de corpo com um idoso. Depois de dar um cacete no velhinho, o Otto pergunta como o Peter percebeu a verdade, e ele diz que além do modo, digamos, “único” de falar do Otto, tem o trabalho científico bem datado dele. O Otto então vem com aquele velho discurso dele de superioridade enquanto revela que deve ao Destino pela troca de corpos (o Destino troca de corpo com os membros do Quarteto muito antes do Slott ser concedido) e que pretende trair o Doutor pra mostrar ao mundo que ele é o herói superior. A diferença do 616 é que o Peter responde com umas boas verdades em vez de reconhecer o Otto como um herói e sujeito decente lá no fundo, o que faz o Otto querer derrotá-lo definitivamente de uma forma diferente.

 

 

Começa então a batalha mental do Aranha contra o Octopus. Enquanto o Otto trás um Sexteto Sinistro pra luta, o Peter trás seu Aranhaverso, e quando o Aranhaverso leva a melhor, o Otto tenta ficar gigante pra vencer, mas no fim acaba sendo derrotado por ninguém menos que a Tia May, que dá um esporro no marido por sua revolta com a limitação dos outros, por roubar o corpo de uma criança e pelo ciúmes descabido do sobrinho dela. Depois de reconhecer a ironia de o inimigo de décadas dele ser derrotado com um abraço, e da Tia May lembrá-lo de que ele teve uma ótima vida com a família, é hora de voltar ao mundo real.

 

 

 

 

De volta ao mundo real, a estação espacial começa a se desfazer antes de a mesma poder ativar o pulso eletromagnético que pode salvar o mundo. Depois de salvar o Otto e mandá-lo pra Terra, o fazendo jurar desfazer a troca com o Miles, o Peter então vai tentar manter a estação inteira com a teia. Obviamente não adianta, mas por sorte o Simbionte estava lá e faz o último favor ao amado e começa a segurar a mesma. O Peter então fecha os olhos e começa a imaginar sua despedida da esposa, se perguntando se tudo vai dar certo com os filhos e o Miles enquanto percebe que ela é a sorte grande dele, e a estação explode.

 

 

 

 

A edição então termina com o Miles fazendo uma visita ao Otto no dia do enterro do Peter, e depois sendo visitado ele pela viúva, que depois de ouvir como o mesmo ficou abalado com a situação que passou como qualquer ser humano normal ficaria, a mesma sugere ao mesmo um “novo começo“, deixando pro moleque o uniforme clássico do marido. A edição acaba então com aquele sonho no começo da edição, onde o Aranha impede o ladrão de fugir.

 

 

 

 

 

 

Analise: Foi uma viagem turbulenta, às vezes meio corrida, mas ainda sim bem competente e com ótimas homenagens às grandes histórias boas… e críticas veladas aos furos das grandes histórias ruins (bjs Superior e Slott). Foram muitos pontos baixos e pontos ainda mais baixos nessa vida agitada, nas com momentos de felicidade, e sugiro que todo mundo que é fã (e até não é) leia (talvez aasim vejam os erros óbvios de certas adaptações…). Pois bem, adeus Homem-Aranha.

Nota: 9,0

Sobre o Autor

Só mais um daqueles fakes da internet que por acaso também é fã do Homem-Aranha.

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