Gustavo Mannarelli On setembro - 11 - 2019

Resenha: Amazing Spider-Man #29

Atenção, esse post contem informações inéditas no Brasil e Estados Unidos.

Uma edição bem família!

Plot: A edição começa com o Aranha e a MJ tendo uma discussão séria sobre o relacionamento deles… sorte ser só uma cena escrita pelo “mysterioso” diretor novato de Hollywood que quer a MJ estrelando o filme dele (ler a resenha de ASM #25 aqui pra entender), e mesmo que isso mantenha eles separados por 2 meses (ele acaba de voltar pra faculdade e não pode ir com ela), o Peter insiste que ela vá, e no dia da partida, ele acaba saindo, prometendo voltar logo pra ajudar ela com as malas (e por algum motivo, a MJ parece bem cética quanto à isso), algo que o Aranha lembra o porquê enquanto vai se encontrar com a Tia May.

 

 

 

 

Vemos então que o Peter foi ao encontro da Tia May pra pedir conselhos sobre como lidar com a mudança, já que ele não quer terminar com a MJ de novo, fora se sentir um inútil por sempre estar ausente, e a May acaba dando uma força, revelando que ela mesma teve uma relação conturbada dessas com o Tio Ben quando ele servia o exercito, dando um presentinho pra ajudar o Peter com a situação. Nisso temos uma visita bem inesperada, a IRMÃ DO PETER, a Teresa, que já foi apresentada à Tia May (que ainda não sabe que a Teresa é a outra sobrinha dela), que como o Peter é sortudo pra caramba, veio pedir uma ajuda do Cabeça de Teia.

 

 

 

 

Descobrimos então que a ajuda é pra resgatar um antigo… bem, vamos dizer “parceiro” , que foi sequestrado por ninguém menos que o Camaleão, que o capturou se passando pelo Fury (driblando testes de segurança que nem os Skrulls, MVAs ou Místicas da vida conseguiriam passar) e está fazendo um download direto do cérebro dele das localizações de alguns dos melhores armamentos da SHIELD pra trocar com a IMA por algo bem valioso pra ele. Enquanto o Aranha e a Teresa lutam contra a IMA pra resgatar o sujeito, vemos a MJ e a Carlie tentando sem a força proporcional de uma aranha fechar a mala e enrolar a partida até o Peter conseguir chegar, e bem, preciso mesmo dizer se dá tempo?

 

 

 

 

Eis então que os Irmãos Parker chegam tarde, só encontrando o sujeito morto num canto. Mais tarde, o Peter e a MJ conversam pelo celular, onde vemos que não precisava de exame de DNA pra saber se a Teresa é mesmo irmã dele, pois está se sentindo bem culpada pela morte do parceiro, e o Peter já começa a se desculpar com a MJ, que está tão acostumada com esse tipo de coisa que nem fica brava mais (o serviço de quarto do hotel ajuda), e depois de se despedirem, vemos o presentinho que a Tia May deu pro Peter e porque ele queria tanto encontrar a MJ antes dela partir: uma aliança de noivado.

 

 

 

 

Analise: Antes de falar dessa edição, eu preciso falar de um cara: J. Michael Straczynski. Muita gente reclama da fase dele (com motivo), mas tem algo lá que me faz adorar ela mesmo com todos os problemas e plots imbecis: a dinâmica do Peter com a MJ. Não tem como você ler essa fase e não ter a certeza de que mesmo com todas as diferenças e problemas, ambos foram feitos um para o outro, e é isso que o Spencer resgata nessa edição, que serve de gancho pra plots (e séries solo) do futuro.

Junte isso com a volta da Teresa Parker (outra mulher com quem o Peter tem uma ótima dinâmica) e boa arte, que temos ótima pra quem é fã.

Nota: 10,0

Sobre o Autor

Só mais um daqueles fakes da internet que por acaso também é fã do Homem-Aranha.

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