Gustavo Mannarelli On setembro - 13 - 2019

Resenha: Venom #17-18

Atenção, esse post contem informações inéditas no Brasil e Estados Unidos.

Nem a molecada está à salvo dessa carnificina.

Plot: A história começa no fim da edição #1 de Absolute Carnage, com o Venom e o Aranha levando a pior contra o exercito de Contrapartes dos Carnificina e o primeiro, certo de que é o fim, lembrando dos seus arrependimentos com o pai, a ex e principalmente o filho, que ele não teve coragem de revelar ser o pai e dizer que o ama. Enquanto isso temos o Dylan e o Normie esperando a dupla voltar enquanto o Criador se distrai com a maquina dele pra extrair codexes, apelidada pelo Dylan de F.O.I.C.E., e vemos que não é só o Dylan que está impaciente com a volta da dupla, pois depois de dar um susto na molecada com seu cérebro imenso, o Criador quer testar logo ela no Normie.

 

 

 

 

Mesmo sob protestos, o Criador parece bem determinado a testar a máquina numa criança, assumindo uma postura bem “rígida“, mas por sorte, os Simbiontes da Fundação Vida aparecessem, salvando o Normie, embora as intenções dos mesmos não sejam muito melhores que as da versão assumidamente babaca do Reed Richards. Enquanto o aparato de segurança do Criador dá conta dos invasores, o Dylan e o Normie correm pro depósito de armas enquanto o Reed é atacado pela Flagelo, que é facilmente derrotada e separada do simbionte por uma arma sônica… pena que pro Criador isso não é o bastante e não se importa muito com crianças, sendo a menina salva pela família enquanto o pequeno Praga corre atrás do resto da molecada.

 

 

 

Enquanto o Dylan demonstra a pericia que só uma criança teria com armas de fogo, ambos são atacados pelo Praga, que depois de se livrar da arma está prestes a matar ambos, um por necessidade e outro por diversão, quando de repente o pescoço do mesmo é quebrado por uma mão invisível (lembrando que o Praga também tinha como hospedeiro uma criança menor de idade, como vimos no tie-in da Ansiedade de Separação aqui). No fim da edição é revelado que a mão é do sétimo filho do Venom, o Sleeper, que dá uma de Exterminador do Futuro com o “venham comigo se quiserem viver“.

 

 

 

 

A edição seguinte começa então com o Sleeper contando a história dele depois de First Host, onde o Sleeper foi atraído instintivamente ao planeta Klyntar, onde o Knull tentou possuir ele, mas ele conseguiu escapar e desfazer a conexão com os reagentes químicos que ele produz, indo instintivamente pra Terra, onde ele achou que seria necessário (sim, estou fingindo que acredito), e já no presente, o Sleeper revela que veio atrás do “irmão” porque o hospedeiro dele já está morto e ele precisa de um vivo pra ficar forte. Quando ambos estão prestes à se unir, por sorte, chega o Criador, que logo detêm e captura o Sleeper, dizendo pro Dylan não conversar, e nem dar nomes, à simbiontes estranhos (me vejo obrigado à concordar com o palestrinha).

 

 

 

Então vemos que o Criador já prendeu todos os simbiontes em vidros e a família hospedeira toda (ufa, o moleque menor sobreviveu), à F.O.I.C.E., pretendendo matar os simbiontes assim que terminar de extrair os codexes das suas novas cobaias, que pelos gritos, não parecem estar gostando do procedimento. O Dylan então corre até o Normie enquanto o Criador liga pro Venom, como visto em Absolute Carnage #2, que demonstra um medo justificado de ser posto naquela máquina. Dylan então promete que o Normie não vai ser posto nela e começa a pensar no que o Venom faria, e concluindo que ele faria algo estupido (sim, essa foi a palavra usada).

 

 

 

 

Armados até os dentes (e ainda conseguindo ficar de pé), a dupla decide então encarar o Criador de frente, atirando no mesmo quando o Reed os ataca, mas sendo crianças, o que eles só acertam são os vidros com os Simbiontes da Fundação Vida (erraram até o do Sleeper), que logo atacam o Criador enquanto a molecada foge, se fundindo ao mesmo e transformando o Reed no novo Híbrido, que persegue a dupla de moleques até o lado de fora do depósito. Quando o Híbrido está prestes à atacar o Dylan, que o encara com um olhar negro suspeito, alguém já desmaia o Reed na porrada, e vemos que foi o Coisa e o Capitão America, acompanhados do Homem-Aranha, que vieram ao resgate, encerrando a edição.

 

 

 

Analise: Foi bem legal ver o ponto de vista das crianças nessa megassaga, além do obvio desprezo a violência contra as mesmas, que como os filmes de um certo palhaçinho, já mostra de cara que essa saga não está de brincadeira. Pena que está seguindo um caminho perigosamente clichê (já estou até prevendo as próximas reviravoltas), mas vamos torcer que pro roteirista evita-los. A arte também está ótima, e por ela já vale a pena conferir as edições.

Nota: 8,0

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Só mais um daqueles fakes da internet que por acaso também é fã do Homem-Aranha.

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