Gustavo Mannarelli On setembro - 18 - 2019

Resenha: Spider-Man #1, de JJ Abrams

Atenção, esse post contem informações inéditas no Brasil e Estados Unidos.

Muitos erros pra nenhum acerto…

Plot: A edição começa com Nova Iorque novamente sendo atacada pelo exercito de alguma coisa (tipica quarta-feira), enquanto em meio ao caos, a MJ vai até a ponte onde o Peter está desmaiado, porque não seria uma má ideia ela ir rumo à esse caos desprotegida, afinal como os diálogos mostram, eles não teriam mais ninguém pra se preocupar… Enfim, no meio desse dialogo confuso, o vilão da vez (o Cadavérico) e seu exercito caem no lugar que os dois estão feito um foguete e enquanto o Peter é dominado, o vilão empala por trás e joga a MJ da ponte (déjà vu), que o Aranha salva de cair, mas ao pegar, ela já está morta (dévà vu). Pulamos então pro enterro da MJ, onde o Peter sem um dos braços está ao lado do filho pequeno dele e da presunta (realmente ela não tinha ninguém incapaz de se proteger sozinho e importante quando correu pro meio de uma invasão).

 

 

12 anos se passam e vemos o rebelde sem causa Ben Parker indo pra escola, onde arruma briga com o valentão da escola ao defender um nerd dele (dévà vu), que o Ben faz sair voando com um soco (déjà vu). Mais tarde, na sala do diretor, o mesmo está tomando uma bronca até o Peter, fazendo cosplay de John Wick, chegar, que depois, no carro, dá uma bronca no moleque por ter tido que implorar pra ele não ser suspenso. Enquanto o Aranha tenta convencer o filho que é errado defender e ajudar os outros (PAI!),d que além de não ser mais o Homem-Aranha, o Peter aprendeu lições de paternidade com o Goku, estando sempre viajando à negócios pro Clarim. No fim o moleque vai pra casa onde vemos ele começando a manifestar os poderes ao grudar na maçaneta da porta.

 

 

No dia seguinte, além de vermos a Tia May que não envelheceu um dia (O Curioso Caso de May Parker). Mais tarde na detenção temos o Ben conhecendo o interesse romântico obvio dele nessa minissérie na detenção, onde ele, além de se mostrar um mala, faz a mina lacradora passar de “alguém troca de lugar que não quero ficar perto desse imbecil” à começar a se abrir com ele em 30s. Cortamos pro esconderijo do Cadavérico, que está comendo enquanto fala sobre ir atrás de uma chave pra mina presa dentro de uma capsula (déjá vu), e depois pra um avião, onde o Peter que mal chegou já está se mandando (sim, não fazia parte dos planos dele ver o filho), onde a Tia May liga pra dar uma bronca nesse irresponsável, que além de abandonar as responsabilidades como herói, abandonou às de pai no colo dela, mas o mesmo acha que a família ficaria melhor sem ele por perto (já ouvi essa desculpa do próprio Goku).

 

Depois de um pesadelo com a mãe coberta de sangue, o Ben acorda preso no teto. Ao ver a cena, a Tia May, nada surpresa, leva o moleque até o sótão pra mostrar algumas fotos e um certo traje, encerrando a edição (déjà vu).

 

 

 

 

 

 

 

 

Analise: Cara, por onde começar a lista da sucessão de erros dessa minissérie… O negócio parece até uma batidas de carros, com um carro batendo atrás do outro.

Comecemos com o nepotismo: aqui a minissérie é principalmente escrita pelo Henry Abrams, o filho do JJ Abrams que tem como único mérito profissional ser filho do JJ Abrams. Ainda sim, é obvia a influencia do pai na história, já que aqui ele faz uso da formula que fez ele ter tido tanto sucesso em Star Wars: plagiar na cara de pau a trama de algo mais antigo e melhor (Garota-Aranha nesse caso, com toques de ASM do Garfield). Pra piorar, além de termos uma propaganda pra lá de enganosa até pra esse meio (que prometia focar no Peter e na MJ pra no fim matar a ultima logo no começo), a série não podia ter saído em pior época, já que acabamos de ver o plot do Peter Pai Ausente ser muito melhor executado lá em Spider-Man Life Story #3-4, , tornando impossível não comparar. Pra finalizar esse combo de erros, a substituição da Mayday por um homem enfureceu a turma SJW que a Marvel tenta tanto conquistar faz vários anos.

A unica coisa que salva aqui é a arte da Sara Pichelli e as capas do Olivier Coipel, mas não ao ponto de ler as figuras valer muito à pena.

Nota: 2,0 (pela arte, apenas)

Sobre o Autor

Só mais um daqueles fakes da internet que por acaso também é fã do Homem-Aranha.

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