Gustavo Mannarelli On setembro - 25 - 2019

Resenha: Amazing Spider-Man #30

Atenção, esse post contem informações inéditas no Brasil e Estados Unidos.

Viva as edições passadas enquanto morre na edição presente.

Plot: A edição começa com um flashback da ASM #24, na parte onde o Kindred mata o falso Mysterio e protagoniza um dos pesadelos do Aranha. Após essa cena brutal, o demônio percebe algo e caminha pelo hospício até chegar numa porta em particular, e depois dele dizer como seria fácil matar quem esta lá, um alguém que o intimidava muito quando esse capeta ainda era gente, vemos que esse alguém é ninguém menos que Norman Osborn. Após isso, temos dessa vez flashbacks do Aranha, relembrando basicamente a história dele com o simbionte, como todo mundo que ele conhece praticamente já se uniu à um e como isso está sendo trabalhoso agora, já que o Carnificina voltou pra matar cada um que já foi ou é hospedeiro.

 

 

 

No presente (enfim), temos o Aranha fugindo com o neto do Duende Verde e o filho do Venom, levando eles pra uma sala segurando e dizendo pro Normie não se assustar, pois embaixo das mascaras do pessoal, temos apenas pessoas comuns (mostrando o próprio rosto pro afilhado e confirmando que o fedelho agora sabe a identidade secreta do Peter). Nessa hora chega o vovô Osborn, usando um simbionte e achando ser o Carnificina, que quer por as mãos na molecada, e nisso começa uma luta empolgante do Homem-Aranha contra seu arqui-inimig… péra!

 

 

 

 

 

Voltamos aos flashbacks, dessa vez láááá da ASM #105 , com o Peter preparando uma festa, passando o dedo sujo no bolo da Tia May (vai sabem em que parede ou teto ele colocou aquela mão) e recebendo a Gwen e a turma da faculdade. Pulamos de novo pro presente, onde vemos porque ele deve estar lembrando disso: o Aranha tá tomando A surra do Carnificina, e enquanto nos flashbacks temos a cena da festa, com a Mary Jane fazendo o Peter ficar com ciúmes da Gwen e o Harry chorando ao chegar e ver a festa surpresa dele, no presente o Aranha faz como aquela musica dos Trapalhões e só apanha (a vida passando diante dos seus olhos).

 

 

 

 

No fim voltamos pro flashback do Kindred, que além de revelar ter se inspirado no Norman pro visual dele (afinal aquele cabelo lavrado é uma constate nos pesadelos do Peter), revela o porquê de o Norman ser o arqui-inimigo do Aranha (chupa Venom e Otto): o Norman é o choque de realidade! Enquanto a molecada sonhava com um futuro brilhante e feliz, o Duende mostrou pra eles a realidade brutal da vida (R.I.P. Gwen), deixando cicatrizes em todos eles que nunca vão se curar (até hoje o Peter grita o nome da Gwen nos pesadelos). No fim o Kindred diz pro Norman que ele nunca vai conseguir matar o Aranha, mas que em compensação ele já ganhou dele, enquanto no presente vemos que o Kindred pode ter se enganado.

 

 

 

Analise: Embora eu tenha brincado com os flashbacks, devo dizer que essa foi uma edição muito boa. Aqui temos o Spencer nos brindando com uma luta séria do Aranha contra outro arqui-inimigo, dessa vez vez sem piadinhas, apenas sangue, desespero e a vida passando diante dos olhos do Aranha. O discurso do Kindred sobre o porquê do Duende ser O arqui-inimigo do Aranha é bastante preciso, visto que o Duende realmente matou a inocência não só das HQs do Aranha, mas das HQs como um todo (a história da Morte da Gwen marca o fim da Era de Prata e o começo da Era de Bronze).

Nota: 9,0

Sobre o Autor

Só mais um daqueles fakes da internet que por acaso também é fã do Homem-Aranha.

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