Gustavo Mannarelli On outubro - 16 - 2019

Resenha: Absolute Carnage #4

Atenção, esse post contem informações inéditas no Brasil e Estados Unidos.

É MAIS DE 8.000 o poder do Carnificina!

Plot: A trama começa com o Carnificina e o Imortal Venom (ou o “Venenom Hulk“, se preferir) saindo na porrada enquanto as Contrapartes do Carnificina fazem a festa na velha base do Rex enquanto os heróis tem seus codexes extraídos. O Eddie então leva o Aranha e a molecada pra porão e pede pro Peter tomar conta da molecada enquanto ele protege os heróis. E não, o Eddie não tem um plano, ele tem algo melhor que um plano: ele tem armas! (e do Juri ainda por cima).

 

 

 

 

 

 

Enquanto o Eddie enfrenta o exercito de Contrapartes,  sendo uma delas o Miles Morales (quer saber como ele chegou nessa situação, então NÃO leia o tie-in dele. Além de não adicionar nada, é contraditório do inicio ao fim). Enquanto o Carnificina parece o Homem-Aranha falando demais pro gosto do Hulk, temos o Eddie enfrentando os simbiontes, onde no fim o Eddie liberta o Miles do simbionte dele com um bom e velho choque do trovão (hoje tô meio otaku) enquanto o Carnificina literalmente entra na mente do Hulk pra destransformá-lo. No fim, o Miles diz o obvio: que se o Carnificina extrair o codex do Hulk e absorver o Venom (que teve contato direto com o Deus do Abismo), é game over, fim de jogo, o fim do mundo chegou… e enquanto isso advinha o que acontece? Exato!

 

 

Pois é, agora o Carnificina digievoluiu (falei que hoje tô otaku), com direito à asas e chifres, e chegou a hora do Capitão America e os outros heróis assumirem a luta (boa sorte). Só que não acabou pro Edddie Brock, pois depois de entrar em contato com a mente de colmeia dos Simbiontes, o Miles descobriu através do Hibrido que a máquina do hospedeiro desse ultimo, o Criador, não estava removendo e destruindo os codexes como ele havia dito, e sim armazenando e reunindo eles. Enquanto temos uma cena maneira do Aranha protegendo a molecada do Norman Osborn (mais detalhes aqui e aqui) dos heróis enfrentando o Carnificina (que poderia ser o conteúdo do tie-in que resenhei aqui, mas infelizmente não foi) e do Eddie abrindo a maquina do Criador, repleta de codexes de inúmeros simbiontes.

 

 

A edição acaba então com o Carnificina voando rumo ao espaço pra libertar o Knull enquanto o Eddie, com mais memórias e vozes na cabeça dele que o normal depois de se unir à inúmeros codexes, no encalço dele.

 

 

 

 

 

 

 

 

Analise: E a megassaga continua prendendo a atenção. Admito que esperava algo mais apocalíptico, mas não tá deixando de surpreender, especialmente com a reviravolta do Criador (esperava algo do gênero sim, mas em arcos futuros do Venom) e do Simbionte (essa eu realmente não esperava). Muito curioso pra ver como isso vai acabar (o Carnificina tá num nível absurdo de poder pra ser vencido fácil) e as consequências que isso terá no futuro (Eddie Brock Cavaleiro da Lua?!)

Nota: 8,5

Sobre o Autor

Só mais um daqueles fakes da internet que por acaso também é fã do Homem-Aranha.

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