Gustavo Mannarelli On outubro - 17 - 2019

Resenha: Absolute Carnage: Avengers #1

Atenção, esse post contem informações inéditas no Brasil e Estados Unidos.

30 páginas que poderiam ser resumidas em 1 do Aranha no celular.

Plot: A edição começa com um monologo do Capitão America sobre confrontar os medos enquanto ele próprio enfrenta alguns dos Contrapartes Mendigos do Carnificina, arrancando o simbionte de um num único soco inclusive (anotar que fraquezas dos simbiontes são “som“, “fogo“, “eletricidade” e “soco na cara“). No meio da briga o Aranha aparece por acaso, prendendo o pessoal e se mandando com o Capitão, avisando que o Carnificina está atrás de alguns Vingadores devido ao que ocorreu em Carnificina U.S.A., onde eles viraram eles próprios Contrapartes do Carnificina, e um resumão do que aconteceu durante essa megassaga. Tudo isso é explicado enquanto eles andam ao acaso pelas ruas e topam  também por acaso com o Wolverine também caindo na porrada com os Contrapartes.

 

 

Enquanto em Los Angeles o Gavião Arqueiro dorme no sofá enquanto sonha com a voz do Knull, sendo acordado com a visita de vários Contrapartes, em Nova Iorque tudo anda normal, com os cidadão andando tranquilos na rua, com seus rostos vermelhos e falando que “Deus Está Vindo” (tipico dos nova-iorquinos). O Wolverine, Capitão e Aranha chegam na nova casa do Quarteto (só tendo convenientemente o Coisa lá) com um Contraparte numa sacola. Depois de umas analises, o Aranha descobre que as Contrapartes ainda tem fraqueza a som, fogo (e socos), e que eles estão infectando outras pessoas (não me diga). Além disso eles descobrem que tem varias dessas Contrapartes em São Francisco. O Aranha quer ajudar eles a tirar logo os codexes pra continuar brigando sozinho, mas o Capitão insiste que eles vão ajudar (eles podem continuar ajudando depois de tirar os codexes, o que diminuiria em muito o risco de perderem a espinha no processo).

 

Enquanto em São Francisco temos o Gavião, que recebeu a missão de ir sozinho pra São Francisco resolver tudo lá (VAI FILHÃO!!!!), fugindo do apartamento e roubando um carro sem os Contrapartes na porta da frente dele se darem conta, em Nova Iorque os heróis vão à pé até o galpão do Rex a fim de proteger inocentes no caminho e atraindo vários Contrapartes, que sentem os cordexes deles à distancia (estranho que isso não se aplicar ao Gavião). A partir daqui temos várias páginas de luta, com os heróis em Nova Iorque enfrentando os Contrapartes na ponte, nas ruas e no metro (de onde eles notam que os Contrapartes estão saindo), enquanto o Gavião, no modo stealth segue um Contraparte palhaço com uma flecha rastreadora fincada na cabeça (será que ele sentiu uma coceirinha no cérebro?). O Gavião então chega na base do Carnificina no subterrâneo de São Francisco, onde vários cidadãos são convertidos em Contrapartes por um Shoggoth vermelho (ler “Nas Montanhas da Loucura“). Note o Gavião pensando em matar o monstro gigante com uma flecha até se tocar que essa é uma ideia estupida e ser enfim notado pelos Contrapartes.

Enquanto isso, em Nova Iorque, os heróis também acham um Shoggoth, entrando na porrada com o mesmo (soco é um ponto fraco, lembram), o Gavião, notando ter feito merda indo sozinho, tenta fugir dos Contrapartes de São Francisco pelos destroços de um prédio, conseguindo separar uma mulher do simbionte com uma flecha sônica (algo me diz que ele podia ter usado isso antes). Por fim os heróis de Nova Iorque conseguem vencer todos os contrapartes e prende-los com teia no Shoggoth, levando eles pro hospital enquanto o Gavião liga, avisando que a missão foi cumprida (mentiroso…) e está indo pra Nova Iorque.

 

 

 

 

Analise: Lembram que na resenha de Absolute Carnage eu comentei que seria melhor ela ter sido da luta contra o Carnificina Deus do Abismo (ler aqui)? É bem por isso que vocês viram: o plot é furado, arrastado e bem dispensável pra megassaga como um todo. A arte é até passável, mas nada que salve essa edição. Não é nada animador saber que isso é da mesma roteirista da minissérie da MJ que sai semana que vem (e que eu vou resenhar a primeira edição de qualquer maneira).

Nota: 4,5

Sobre o Autor

Só mais um daqueles fakes da internet que por acaso também é fã do Homem-Aranha.

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