Gustavo Mannarelli On dezembro - 4 - 2019

Resenha: Black Cat #7

Atenção, esse post contem informações inéditas no Brasil e Estados Unidos.

Felicia roubando corações…

Plot: A edição começa com a Odessa numa típica sessão de tortura com o Raposa Negra enquanto relembra a como a Liga dos Ladrões foi reunida pela mutante imortal Candra (ler HQs do Gambit), ganhando em troca o Elixir da Vida Eterna (sério, tem isso tudo nas HQs do Gambit). Enquanto relembra essa origem, temos quadros sem diálogos da Felicia invadindo o esconderijo da Liga pra salvar seu velho metre.

 

 

 

 

 

 

Acontece que a filial de Nova Iorque andou aprontando no passado, e por conta disso acabou sendo separada do resto da Liga e perdendo acesso à imortalidade. É aí que a conversa fica pesada, pois parece que o pai da Odessa ficou bastante obcecado pela ideia de imortalidade, e no meio de muita busca e roubos, o mesmo acabou sendo morto e a Odessa culpa o Raposa, já que foi pouco antes do mestre e discípulo terem uma briga feia. Enquanto o Raposa nega, a Gata continua abrindo caminho pelo esconderijo na porrada.

 

 

 

 

 

Acontece que após o incidente, a filha herdou a obsessão do pai, e depois de muita procura, conseguiu a imortalidade da mesma forma que Homens-Aranha conseguem o divorcio. O Raposa, cansado, aperta o botão do fod@-se e joga na cara da Odessa a verdade: o problema não é o pai, e sim o fato da Odessa ser uma louca controladora que acabou ganhando uma paixão/inveja da Gata, afinal enquanto ela cresceu escrava do legado e obsessões familiares, a Felicia sempre foi livre.

 

 

 

 

 

 

Nessa hora a Gata chega pra salvar o Raposa. A Odessa insiste que o Raposa matou o pai dela (e o Raposa insiste em negar), enquanto a Felicia convence a Odessa que é ela, e não o Raposa, que a Liga quer manter na coleira. Cansada, a Odessa libera ambos, mas não sem antes declarar oficialmente guerra entre elas.

 

 

 

 

 

 

 

 

Analise: Uma edição bem informativa, e que acredite ou não, com um ótimo trabalho de cronologia (ler Gambit). Um pouco de diversidade também é sempre bem vinda quando bem trabalhada (a Gata mesmo é bissexual em referencia ao MC2). O ponto fraco, como normalmente, fica pra arte mesmo.

Nota: 8,0

Sobre o Autor

Só mais um daqueles fakes da internet que por acaso também é fã do Homem-Aranha.

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