Gustavo Mannarelli On dezembro - 30 - 2019

Resenha: Venom #21

Atenção, esse post contem informações inéditas no Brasil e Estados Unidos.

Três é demais.

Plot: A edição começa com o Eddie enfim fazendo a barba e tendo problemas em ser aceito pelo filho como pai, tudo enquanto pensa como ele condenou o mundo ao salvar o filho no final de Carnificina Absoluta. Vemos que ele e o filho vão ficar na casa da Liz e do Harry por um tempo. Então o Eddie se dirige para uma limusine, que leva ele direto pra base dos Vingadores, no Ártico (acho). Lá o Eddie começa à ser convidado pelo Capitão America em pessoa pra ser um membro dos Vingadores, e temos a conversa mental de sempre: o Eddie depressivo não se achando digno, o simbionte objetivo vendo eles como aliados uteis pro futuro, o Carnificina querendo matar todo mund… péra, Carnificina?!

 

 

 

 

Enquanto pede um tempo pra pensar e se mandar, o Eddie descobre que mesmo com o Cletus morto, o simbionte do Carnificina continua bem vivo dentro da mente dele. Ao voltar pra casa, o Eddie corre pro banheiro pra poder tomar um remédio que silencia temporariamente o simbionte, desmaiando e tendo um sonho bizarro com o Knull. Ao acordar ele está coberto de sangue e com a frase “Deus Está Vindo” escrita nas costas, e não foi com tinta vermelha.

 

 

 

 

 

 

Depois de deixar um bilhete pro filho e se despedir do moleque dormindo, o Eddie liga pro Capitão pra reunir os melhores cientistas pra separa-lo do Carnificin… não, ele só quer uma carona. Vemos então que o Eddie pegou um avião e está se dirigindo pra ilha, aquela onde ele enfrentou o Aranha antes do Carnificina dar as caras. Só que chegando lá, o Carnificina desperta e toma o controle, derrubando o avião na ilha. A edição termina com o simbionte, agora completamente sob o controle do Carnificina, se separando do Eddie, e o Eddie mandando o simbionte correr, porque ele planeja dar um fim definitivo nele com as próprias mãos.

 

 

 

 

Analise: Nossa, essa ressurreição foi rápida! A história segue legal, mas não consigo parar de pensar que, por mais cheia de testosterona seja a decisão do Eddie de lidar com o recém-revivido, ela é de longe a decisão menos lógica pra esse problema, mas talvez isso se explique nas próximas edições. Também temos a volta do Bagley na arte do Venom. Embora eu pessoalmente não seja grande fã, sei que tem quem curte.

Nota: 7,5

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Só mais um daqueles fakes da internet que por acaso também é fã do Homem-Aranha.

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