Gustavo Mannarelli On fevereiro - 6 - 2020

Resenha: Immortal Hulk: Great Power

Atenção, esse post contem informações inéditas no Brasil e Estados Unidos.

Hulk não esmaga…

Plot: A história começa com o Banner acordando no meio de uma cidade destruída e percebendo que o Hulk desapareceu dele. Nisso vemos aonde o Hulk foi parar: no Homem-Aranha, que fica com raiva e sai se balançando pela cidade, bravo com um tal de Osborn (vejo potencial nessa história). Só que nessa hora chega o Quarteto Fantástico a pedido do Banner (e não o Samson ou a Harpia que trabalham pro Hulk), com o Coisa vencendo o Hulk-Aranha praticamente sozinho (com direito à mata leão), e o nocauteia. Vamos então pra uma ilha deserta (e não a Base das Sombras), onde o Quarteto larga o Aranha (preocupado com a máscara como se alguém reconhecesse o rosto dele como Hulk) e o Bruce.

 

 

 

 

Depois de passarem a noite sozinhos só pra termos uma pagina do Peter dizendo que tem medo de virar o Hulk e o Bruce o confortar, na manhã seguinte o Quarteto volta tendo descoberto quem é o responsável pelo ocorrido: Loki. Temos então um flashback do Hulk e Aranha peitando o Loki juntos porque sim, onde o Deus retira a radiação gama do Bruce, que para no Peter  também porque sim (que por sinal devia ser capaz de lembrar disso). Depois de uma pagina inteira só pra eles trocarem de roupa, os heróis já encontram o Loki na rua (acho que isso merecia uma pagina de explicação). Depois de o Loki jogar a velha história da mágica ter preço e se recusar à ajudar porque poderia deixar tudo pior.

 

 

 

 

Os heróis vão então pra base do Quarteto pensar numa no motivo da troca (a radiação do Peter funcionou como um imã) e na solução, que se resume a deixar o Banner reabsorver a radiação gama do Peter. Depois de voltar pra ilha e bombardar o Hulk com mais radiação, o mesmo vira um Mini-Hulk e reabsorve a radiação do Hulk-Aranha. No fim temos mais uma página de discussão do Hulk grato (que não parece nem de longe com o Imortal Hulk do titulo dele) agradecendo o Aranha e indo embora pelo mar (enquanto o Aranha fica preso na ilha). Fim.

Analise: Pois bem, é isso. 20 minutos pra ler mais 40 minutos pra fazer a resenha (sem contar o tempo pra divulgar) somam a 1h que perdi da minha vida lendo essa chatice. Lembram que no começo eu falei que tinha potencial? A ideia do Hulk-Aranha descontrolado e o Banner sem poderes tendo que se virar nos 30 pra detê-lo? Deviam ter continuado com essa ideia. Tom Taylor definitivamente é o novo Bendis da Marvel, pois conseguiu deixar essa história de 30 paginas arrastada como se tivesse 60, e ainda merece os parabéns por não ler nenhum das HQs desse crossover, o que o impediu de criar a ilusão de que essa pudesse ser uma história relevante pros títulos e não só um caça-níquel chato de trama furada feito pra pegar trouxas como eu. Só salva a arte mesmo.

Nota: 3,0 (e pensando seriamente em diminuir pra 2,5)

PS: Façam um favor à si mesmos e leiam à Web of Spider #70 ou até a World War Hulks: Spider-Man & Thor #1-2, que tem histórias melhores do Aranha virando o Hulk.

Sobre o Autor

Só mais um daqueles fakes da internet que por acaso também é fã do Homem-Aranha.

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